Prefeitos defendem mínimo de R$ 545

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Municípios temem efeito nefasto de reajuste maior em contas públicas; cálculo considera encargos trabalhistas

O governo federal não está sozinho no lobby para evitar um aumento do salário mínimo acima dos R$ 545.  Prefeitos de todo o país estão em campanha para evitar que a concessão de um reajuste maior prejudique ainda mais a situação dos executivos municipais. Números da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) estimam em R$ 38 milhões o impacto nas contas das prefeituras de cada R$ 1 de aumento dado ao mínimo. Além do salário dos trabalhadores, o cálculo leva em conta os encargos trabalhistas.

A elevação do mínimo para R$ 545 já tem um impacto estimado em R$ 1,3 bilhões nas contas das prefeituras em 2011. Se a emenda apresentada por DEM e PDT obtiver sucesso e levar o valor para R$ 560, os municípios teriam um gasto de quase R$ 1,9 bilhão. Caso o mínimo suba para R$ 600, como defende o PSDB, as prefeituras teriam uma despesa extra de R$ 3,4 bilhões, na avaliação da CNM.

Os deputados do DEM da Bahia segundo informações do Jornal ATARDE, composta por ACM NETO, CLÁUDIO CAJADO, FÁBIO SOUTO, FERNANDO TORRES, JOSÉ NUNES E PAULO MAGALHÃES vão votar em R$ 560,00.

 

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